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Discernimento vocacional: por que você não precisa fazer essa jornada sozinho

03 de August de 2026 494 leituras
Discernimento vocacional: por que você não precisa fazer essa jornada sozinho
Foto: João Saplak / Pexels

Reitor de seminário em Santa Maria (RS) comenta importância de ter outras pessoas auxiliando e contribuindo com o discernimento de uma vocação

Gabriel Fontana Da Redação

O discernimento vocacional é um processo que pode apresentar diversos questionamentos e desafios para aqueles que decidem se abrir à vontade de Deus. No desejo de realizar aquilo que o Senhor quer, escutar Sua voz pode ser algo mais difícil do que se imagina. Dando ênfase a essas questões, a Igreja no Brasil celebra, em agosto, o Mês das Vocações.

O reitor do Seminário Interdiocesano da Província Eclesiástica de Santa Maria (RS), padre Edson Pereira, destaca que quem está passando por essa jornada de discernimento não precisa realizá-la sozinha. Muitas pessoas podem ajudar ao longo do caminho, contribuindo com a escuta da voz de Deus.

“O processo do discernimento deve ser vivenciado de forma partilhada, ou seja, onde muitos auxiliam e têm papel fundamental”, assinala o sacerdote. Em primeiro lugar, cita a família, que não somente envia o jovem, mas o acompanha. “O estar presente da família se consolida em ser discreta mas ativa. Jamais tercerizar o processo, mas fazer junto”, indica.

Diferentes olhares

Além da família, padre Edson Pereira sublinha que os diferentes olhares no campo formativo são de fundamental importância. “Cada profissional é corresponsável”, observa. Dessa forma, psicólogos, padres e outros acompanhadores podem contribuir diretamente com o jovem que está discernindo sua vocação.

Neste contexto, o reitor destaca a importância do acompanhamento espiritual. “Exerce o diretor espiritual um papel de orientação somado às outras dimensões da formação (humana, pastoral, intelectual)”, pontua.

Além disso, a convivência com diferentes opções vocacionais é uma experiência saudável e enriquecedora, bem como com as que têm a mesma escolha vocacional. Desta forma, o jovem consegue compreender mais claramente o chamado que Deus tem para ele.

“A decisão de seguir o chamado é pessoal, porém depende da avaliação conjunta. São diversos olhares sobre a mesma pessoa, fazendo com que se tenha uma melhor condição de ajudar no discernimento do jovem”, conclui padre Edson Pereira.

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Matéria produzida com curadoria editorial assistida por IA, a partir de pauta de noticias.cancaonova.com.

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